segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

DIA DO AUTOCARAVANISTA NA NAUTICAMPO

Conforme foi amplamente divulgado, realizou-se no Sábado, dia 5, no decorrer da Nauticampo, o “Dia do Autocaravanista”.
Promovido pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, contou com a organização do ACP e CPA e colaboração da ACAP.
A Direcção da FIL cedeu o Parque da Praça Sony, onde estacionaram as AC´s dos autocaravanistas que quiseram e puderam passar três dias à beira Tejo, num local espaçoso que até teve direito a vigilância 24 horas.

Estiveram na Mesa o Dr. Fernando Cipriano, Presidente da FCMP, Vitor Andrade, do Portugal tradicional, Engº Sérgio Marques do ACP, Mário Mota, Autarca e Presidente do Clube Torrejano e Dr. Natal da Luz, Mestre em História. Por fim, Amélia Silva da Campinanda e Francisco Mendes, apresentador de TV.
Todos os presentes tomaram a palavra.
Fernado Cipriano começou por lamentar a ausência de um representante do Turismo de Portugal, que tinha sido convidado, e que no entanto esteve presente num colóquio sobre Turismo Náutico que também decorreu na FIL. Entre outros assuntos emitiu a sua opinião de que o Autocaravanismo , está, em seu entender, sob a alçada da FCMP.
Vitor Andrade falou sobre o “Portugal Tradicional”, similar em Portugal ao “France Pasion” Francês.
O Engº Sérgio Marques dissertou sobre a condução específica de uma AC, que, embora seja uma viatura ligeira, obedece a uma atenção especial, devido às suas dimensões.
Mário Mota falou sobre a sua experiência pessoal na utilização da AC, que considera uma viatura como qualquer outra no direito ao estacionamento, pelo que não aceita restrições ao seu estacionamento, “ilegalizado” por algumas Autarquias.
A Dª Amélia Silva apresentou o seu livro “Férias Portáteis” , dirigido essencialmente aos “novatos” e em que foi assistida pelo Francisco Mendes, autor do prefácio.
O Dr. Natal da Luz expôs a sua opinião sobre o que considera o “Campista Autocaravanista”. Para ele, o Autocaravanista é-o enquanto conduz o seu veículo e estaciona na via pública, ocupando ou não o seu interior. Continua a sê-lo quando entra num Parque de Campismo apenas para passar a noite. No entanto, já será um campista se entrar num parque para aí passar uns dias.
Houve depois tempo para os participantes que quiseram exporem as suas ideias, rebatendo ou não o teor das intervenções dos oradores.

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