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terça-feira, 26 de maio de 2009

I Seminário do MIDAP

(Foto cedida por NEWSLETTER)

O CAB esteve no I Seminário do MIDAP, que constitui um marco no Autocaravanismo Nacional.

Estiveram presentes o representante da Secretaria de Estado do Turismo (Eng.º José Parreira); o deputado Nuno da Câmara Pereira; o Vereador da C. M. Cascais (Artur Ferreira); o Presidente do Automóvel Clube de Portugal e da Prevenção Rodoviária Portuguesa (Carlos Barbosa); o Dr. Luís Figueiredo (também do ACP); o presidente do MIDAP, Secos dos Santos. Na plateia encontravam-se o representante do CPA (Mário Caxias); o presidente do CAS (Fernando de Matos); o representante do CAB (Diogo Ferreira); e o Director do Autocaravanismo do CCL, (Carvalho dos Santos);

Também presentes, os importadores da Hymer, da Rimor, da Knaus, da Mercedes e da Fiat, que brindaram o evento com a exposição no exterior de um chassis e dos vários modelos hoje disponíveis para a prática do auto caravanismo.

O Seminário começou com o presidente do MIDAP a relatar o que tem sido a actividade deste movimento; de seguida teve a palavra o Sr. Carvalho dos Santos, que falou sobre o que é hoje um auto caravanista, e descreveu como são hoje as autocaravanas. Seguiu-se o presidente do ACP, que deu conta da sua satisfação por o ACP ter de novo a página de campismo e agora abraçar o autocaravanismo. O seminário continuou com o Senhor Deputado a expor o seu trabalho no âmbito da regulamentação da actividade autocaravanista, a que se seguiu um intervalo, durante o qual os presentes observaram o equipamento que estava exposto no exterior; uma integral da Hymer (J Sousa Mesquita), uma capuchinho da Rimor (Têdêcar), uma knaus (Marcampo), uma autovivenda da Mercedes (Mercedes) e por fim um chassis da Fiat (Fiat).

A segunda parte teve início com o discurso do representante do ambiente da C. M. Cascais (Sr. Arquitecto João de Melo), que deu conta da forma como a C. M. irá enquadrar a actividade autocaravanista na rede natura de Cascais, no âmbito do Programa Estratégico Nacional para o Turismo a nível nacional, e da intenção de que em futuros parques de estacionamento haja sempre um ou dois lugares para autocaravanas. O seminário continuou com o represente do ACP (Dr. Luís de Figueiredo) a dar conta do projecto que o ACP tem para o autocaravanismo, bem como da disponibilidade do ACP para a criação do ONGA (Observatório Não Governamental do Autocaravanismo), disponibilizando a sede e os meios técnicos para o mesmo.

No final, houve uma sessão de esclarecimento, durante a qual o primeiro interveniente, Sr. Luís Almeida, questionou sobre o estacionamento das 48h, na sua opinião muito limitativo, e sobre o estacionamento ao pé da residência, em resposta, foi esclarecido de que se trata ainda de uma proposta, que poderá vir a ser alterada. O segundo interveniente foi o Sr. Dr. Nandim de Carvalho, a convite do presidente do MIDAP, que não interpelando antes optou por fazer uma referência ao progresso registado na definição do enquadramento jurídico-administrativo do autocaravanismo.

Perto das 13h deu-se por terminado o I Seminário do MIDAP. Seguiu-se o Almoço no Restaurante “Conversas na Gandarinha” localizado no Pátio Central do Centro Cultural de Cascais; no final, todos os que assim o desejaram puderam apreciar as exposições patentes neste espaço cultural.

Á tarde, o representante do CAB e relator desta nota não pôde continuar no evento por motivos de ordem pessoal; no entanto chegam relatos de que os passeios proporcionados tanto no Sábado como no Domingo pela C.M. Cascais (Rede Natura e Baía de Cascais) foram um sucesso, muito tendo agradado a todos os autocaravanistas presentes

Ficamos a aguardar as conclusões do MIDAP sobre este seminário para aqui darmos conta delas, igualmente, iremos dar conta das opiniões dos nossos aderentes que estiveram presentes no seminário.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Assembleia da República recebe Movimento Autocaravanista

Sub-Comissão de Turismo ouve Movimento Autocaravanista


Pela importância de que se reveste transcrevemos um Comunicado do Movimento Autocaravanista que no dia 20 de Janeiro foi recebido pela Sub-Comissão de Turismo da Assembleia da República:





Audição na Subcomissão Parlamentar de Turismo da AR
do Movimento Autocaravanista em 20 de Janeiro de 2009.

O Movimento Autocaravanista, na sequência de um almoço de trabalho já havido na AR com o Presidente da Subcomissão, foi hoje recebido pelo plenário da Subcomissãp em audição por parte dos deputados que ali representam os partidos com assento parlamentar.

Estiveram presentes da plataforma representativa do Movimento Autocaravanista:

MIDAP, Filipe Seco dos Santos
CAB, Circulo de Autocaravanistas da Blogo-esfera, Rui Narciso
CPA, Clube Português de Autocaravanas, Ruy Figueiredo
CCL- secção de autocaravanismo, Jorge Carvalho dos Santos
Forum do Projecto Camping Car Portugal, Luis de Almeida
Observatório Não Governamental do Ac, Nandin de Carvalho

Foram expostas as várias potencialidades do turismo de autocaravana, como uma vertente de apoio ao desenvolvimento do Turismo em Portugal, quer interno, quer do turismo de importação, no segmento do touring, com significativos efeitos na correcção da sazonalidade e das assimetrias regionais de desenvolvimento, e pelas potencialidades que contém de promover o turismo de proximidade, em todo o território, e ao longo de todo o ano.

Todos participantes nesta audição desta plataforma do Movimento Autocaravanista, salientaram os regimes jurídicos em aplicação em Espanha e em França, que poderiam ser adaptados à realidade portuguesa, de modo a favorecer o Autocaravanismo itinerante, com recurso a lugares de parqueamento, e/ou, parques de estacionamento demarcados e exclusivos para as dimensões das autocravanas, bem como estações de serviço para apoio ao reabastecimento destes veículos.

Foi esclarecido que uma autocaravana é um veículo devidamente homologado, com equipamento autónomo, que permite a sua utilização polivalente, incluindo tomar refeições, dispor dos sanitários próprios, e a própria pernoita, mas sem que se utilize o veículo para acampar, ou praticar campismo selvagem. Na realidade, as autocaravanas estão sujeitas ao código da estrada, como qualquer outro veículo do mesmo peso e dimensões, sem poderem portanto serem sujeitas a discriminações.

Na ocasião foi dito que a portaria do campismo, recentemente publicada e que prevê áreas de serviço para campismo em autocaravana, para além das existentes nos próprios parques de campismo, não tem aplicação à situação do autocaravanismo como turismo itinerante (touring).

Os senhores deputados Mendes Bota, Hortense Martins, David Martins e Nuno da Câmara Pereira, evidenciaram a sua sensibilidade receptiva para os temas abordados, e teceram várias considerações aprofundadas sobre o interesse do Autocaravanismo para o desenvolviemnto do turismo, e manifestaram ainda unanimemente o seu apreço e apoio à promoção desta forma de turismo itinerante. No final da reunião os senhores Deputados receberam um memorandum sobre as questões do enquadramento jurídico do direito ao autocaravanismo itinerante.
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Na oportunidade foram ainda referidas problemáticas juridico legais e tópicos para soluções legislativas a que pode se aceder através dos respectivos links inseridos neste texto a vermelho.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Como aderir ao CAB

É difícil ser aderente do CAB?

O CAB tem sido contactado no sentido de prestar esclarecimentos sobre os procedimentos necessários para se poder ser Aderente.

Esclarecemos que:

1) Só podem ser Aderentes do CAB, através de um representante, os espaços na Internet (blogues, fóruns, websites) vocacionados para o Autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante;

2) Os aderentes reconhecem na Declaração de Alenquer os princípios fundamentais pelos quais o CAB se rege;

3) A adesão não obriga a qualquer tipo de pagamento.

Caso estes 3 quesitos mereçam a sua concordância queremos contar consigo, JÁ.

Uma simples comunicação informando que adere ao CAB é o único procedimento burocrático exigido.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Carta Aberta aos Aderentes do CAB

CARTA ABERTA

AOS ADERENTES DO CAB
CÍRCULO DE AUTOCARAVANISTAS DA BLOGO-ESFERA


Companheiros,

A representatividade do CAB e não só

O CAB – Círculo de Autocaravanistas da Blogo-esfera, criado em 22 de Novembro de 2008, representa os espaços na internet (blogues, fóruns websites) que aderiram ou venham a aderir e subscrevem os objectivos constantes da Declaração de Alenquer.

Assim, como fica dito e como o assume, o CAB não pretende representar a totalidade do Movimento Autocaravanista de Portugal, nem sequer a totalidade dos espaços na Internet vocacionados para o autocaravanismo. Da mesma forma também consideramos que não existe em Portugal entidade ou personalidade que represente (na expressão literal do termo) e por si só, o Movimento Autocaravanista.

É estultícia pretender que a representação do Movimento Autocaravanista de Portugal deva ser feito por uma única entidade ou personalidade. A defesa da unicidade autocaravanista não é aceitável, até na medida em que, como dizia o poeta, não há machado que corte a raiz ao pensamento.

O livre direito de expressão e reunião

No Portugal democrático, que o CAB defende, a liberdade de expressão e reunião é um direito de cada cidadão e de cada associação. Estes dois direitos que são também uma evidência do sentimento de liberdade inerente a cada autocaravanista, não devem, porém, ser considerados direitos absolutos na medida em que violem ou se interliguem com outros direitos.

O livre direito de expressão tem que estar condicionado ao, por exemplo, direito ao bom-nome e, inclusive, a não utilizar a infâmia, a injuria, a difamação, a mentira.

O livre direito de reunião não pode ser condicionado por insinuações conspirativas e acusações, falsas, de tráfico de influências, entre outras.

Estes processos, que alguns, poucos felizmente, à pala de uma pretensa defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos e das associações, visam condicionar (ou mesmo impedir) o livre direito de expressão e reunião através de processos de manipulação da opinião pública autocaravanista e que não são aceitáveis num estado livre e democrático, mas mais consentâneos com regimes fascistas ou de tiques totalitátios.

O CAB, na defesa da liberdade de expressão e de reunião, repudia esta forma de coacção e lutará, sempre, para que todos possam livre e responsavelmente exprimir-se e reunir-se, inclusive os que são inimigos assumidos ou camuflados desses direitos.

O direito ao bom-nome

O CAB não é imune ao que o rodeia e, consequentemente, defende o que é bom para o indivíduo e para a sociedade, procurando estabelecer uma relação em que a liberdade do indivíduo seja plena dentro do respeito pelas normas sociais da época.

Nas diferentes expressões do CAB, inclusive nas suas reuniões, preserva-se a pessoa, não a difamando ou sequer fazendo juízos de valor abusivos e não comprovados, sem prejuízo de uma análise frontal e, por vezes radical, das ideias que se apresentem.

A ética tem que ser o apanágio das relações entre as pessoas (individual e colectivamente consideradas) de forma a que o seu respectivo bom-nome, a que têm direito, seja preservado do ridículo, de acusações, e / ou (pior ainda) de insinuações, já despropositadas, já infundadas e que não contribuem para a resolução de nada.

Não há almoços grátis…

O CAB reserva-se o direito de promover ou estar em almoços (de confraternização, de homenagem, gastronómicos, de trabalho ou outros) com quem quer que entenda necessário, individualidades ou entidades, para a prossecução dos seus objectivos, inscritos na Declaração de Alenquer, que em si mesma constitui um mandato claramente inequívoco dos respectivos aderentes. É público, não o esconde e assume-o.

Afirmações expressas na Internet de que realçamos, “tráfico de influências”, “ “lobystas”profissionais”, “não olhar a meios para atingir os fins”, “caminho sinuoso e obscuro” e, a mais absurda (?), “A “factura”, mas tarde ou mais cedo, será inevitavelmente apresentada…” são dirigidas de forma ofensiva a todos os actuais aderentes do CAB e promovem subliminarmente o eventual descrédito deste espaço associativo com o previsível objectivo de suster futuras adesões ao CAB.

É do conhecimento público que representantes do CAB estiveram num almoço de trabalho, na Assembleia da Republica, com o Presidente da Subcomissão Parlamentar de Turismo. Repete-se: O CAB esteve numa reunião com o Presidente da Subcomissão Parlamentar de Turismo; não esteve nem com o cidadão Mendes Bota, nem com o Deputado Mendes Bota. Afirmar-se, na Internet, de forma destacada, a propósito deste almoço de trabalho com o Presidente da Subcomissão Parlamentar de Turismo que “Não há almoços grátis…” é uma insinuação ofensiva aos representantes do CAB que estiveram presentes, aos aderentes do CAB conhecedores dos objectivos constantes da Declaração de Alenquer e, sobretudo, constitui uma ofensa a um representante de um órgão de soberania em funções.

Como esclarecimento adicional os representantes do CAB presentes no almoço de trabalho informam que o custo da refeição não onerou o CAB porquanto foi paga integralmente pelos próprios.

Pedido de desculpas

As atitudes persecutórias consecutivas e públicas em que algumas ideias são intercaladas com juízos de valor ofensivos de pessoas e entidades não são uma característica dos cidadãos portugueses e, muito menos, dos autocaravanistas que, na sua generalidade, têm comportamentos cívicos exemplares.

Poderão estes comportamentos incorrectos pressupor mais uma táctica de uma envolvente estratégica para um objectivo ainda não divulgado?

A realidade é que se verificam comportamentos incorrectos observados na Internet e que afectam o Movimento Autocaravanista de Portugal. O CAB não é minimamente responsável pelos comportamentos referidos e outros, mas pelos quais, por uma questão de pudor, se sente envergonhado e o obrigam a publicamente:

Pedir desculpa aos cidadãos em geral pela má imagem que alguns utilizadores de autocaravanas possam passar para a opinião pública sobre o Movimento Autocaravanista de Portugal;

Pedir desculpa aos autocaravanistas por se depararem com provocações públicas personalizadas e desenvolvidas por alguns utilizadores de autocaravanas, ao invés da análise de ideias, definição de objectivos e das consequentes estratégias em prol do Movimento Autocaravanista de Portugal;

Pedir desculpa aos espaços na internet (blogues, fóruns websites) não aderentes do CAB pela forma como alguns utilizadores de autocaravanas desviam as atenções dos autocaravanistas para questões redutoras, ao invés de os motivar para a essência dos problemas do Movimento Autocaravanista de Portugal;

Pedir desculpa aos aderentes do CAB pelas acusações infundadas que alguns utilizadores de autocaravanas lhes fazem com a previsível finalidade de, através de uma técnica de desgaste, os afastar do CAB;

Pedir desculpa ao Presidente da Subcomissão Parlamentar de Turismo pela insinuação ofensiva de que foi alvo.

Saudações autocaravanistas


CAB - Círculo de Autocaravanistas da Blogo-esfera
A Comissão Coordenadora
2009-01-15



Doc. para impressão

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Estatuto Editorial

Estatuto Editorial

1 – O Blogue do CAB – Circulo de Autocaravanistas da Blogo-esfera – é um espaço virtual cujo conteúdo visa divulgar textos favoráveis ao autocaravanismo itinerante, para uma melhor acessibilidade à informação objectiva, quer por parte do público em geral e autocaravanistas, quer por parte da comunicação social, quer ainda para obtenção das autarquias locais da criação de parques de estacionamento e pernoita, com estações de serviço de apoio às autocaravanas.

2 – É bem-vinda a participação cívica de todos os autocaravanistas da blogo-esfera que partilhem dos valores de uma informação plural, pertinente, séria e objectiva sobre o autocaravanismo e, nos termos que forem sendo definidos, aceite no Blogue.

3 – A população destinatária preferencial do Blogue do CAB é constituída essencialmente pelos respectivos aderentes e por todos os interessados na temática do autocaravanismo em todas as suas vertentes.

4 – O Blogue reserva-se o direito de aceitar ou não as NOTÍCIAS ou as OPINIÕES que lhe forem remetidas para publicação sem que assuma a responsabilidade pelo conteúdo das mesmas.

5 – O CAB, enquanto responsável pelo Blogue, compromete-se a assegurar o respeito pelos valores expressos na Declaração de Alenquer de 22 de Novembro de 2008 e promover a confiança dos leitores através de uma politica de verdade e transparência de processos.